A felicidade é uma arma quente c

A mostra coletiva “A felicidade é uma arma quente” inaugura o Garoa e apresenta trabalhos de Ana Gavião, Clarice Lima, Estela Sokol, Gokula Stoffel, Guga Szabzon, Lenora de Barros, Lia Chaia, Lívia Aquino, Patrícia Araujo, Raphaela Melsohn, Rubiane Maia, Val Souza e Vera Chaves Barcellos.
A felicidade é uma arma quente b

A mostra coletiva “A felicidade é uma arma quente” inaugura o Garoa e apresenta trabalhos de Ana Gavião, Clarice Lima, Estela Sokol, Gokula Stoffel, Guga Szabzon, Lenora de Barros, Lia Chaia, Lívia Aquino, Patrícia Araujo, Raphaela Melsohn, Rubiane Maia, Val Souza e Vera Chaves Barcellos.
Com curadoria de Galciani Neves, a mostra parte da música do cantor cearense Belchior, que homenageia John Lennon, e chama para uma conversa acerca dos modos de lidar, formular e experimentar noções de felicidade como uma sensação/estado de ânimo coletivo, como ignição para ações de resistência, como gestos de invenção da vida em contextos de produção artística, política, cultural.
Rumos b

Buscar a felicidade e traduzi-la como linguagem, dois processos que ressoam entre si, desde que o cotidiano eclipsou os ritmos da vida. Há muito tempo, a felicidade vem sendo discutida pelo pensamento ocidental. A citar: Platão a compreendia como um estado de plenitude da alma, alcançado pela razão e pelo conhecimento, liberto dos prazeres mundanos […]
Rumos b

A mostra coletiva “A felicidade é uma arma quente” inaugura o Garoa e apresenta trabalhos de Ana Gavião, Clarice Lima, Estela Sokol, Gokula Stoffel, Guga Szabzon, Lenora de Barros, Lia Chaia, Lívia Aquino, Patrícia Araujo, Raphaela Melsohn, Rubiane Maia, Val Souza e Vera Chaves Barcellos.
Com curadoria de Galciani Neves, a mostra parte da música do cantor cearense Belchior, que homenageia John Lennon, e chama para uma conversa acerca dos modos de lidar, formular e experimentar noções de felicidade como uma sensação/estado de ânimo coletivo, como ignição para ações de resistência, como gestos de invenção da vida em contextos de produção artística, política, cultural.
Rumos a

A mostra coletiva “A felicidade é uma arma quente” inaugura o Garoa e apresenta trabalhos de Ana Gavião, Clarice Lima, Estela Sokol, Gokula Stoffel, Guga Szabzon, Lenora de Barros, Lia Chaia, Lívia Aquino, Patrícia Araujo, Raphaela Melsohn, Rubiane Maia, Val Souza e Vera Chaves Barcellos.
Com curadoria de Galciani Neves, a mostra parte da música do cantor cearense Belchior, que homenageia John Lennon, e chama para uma conversa acerca dos modos de lidar, formular e experimentar noções de felicidade como uma sensação/estado de ânimo coletivo, como ignição para ações de resistência, como gestos de invenção da vida em contextos de produção artística, política, cultural.
A felicidade é uma arma quente

A mostra coletiva “A felicidade é uma arma quente” inaugura o Garoa e apresenta trabalhos de Ana Gavião, Clarice Lima, Estela Sokol, Gokula Stoffel, Guga Szabzon, Lenora de Barros, Lia Chaia, Lívia Aquino, Patrícia Araujo, Raphaela Melsohn, Rubiane Maia, Val Souza e Vera Chaves Barcellos.
Com curadoria de Galciani Neves, a mostra parte da música do cantor cearense Belchior, que homenageia John Lennon, e chama para uma conversa acerca dos modos de lidar, formular e experimentar noções de felicidade como uma sensação/estado de ânimo coletivo, como ignição para ações de resistência, como gestos de invenção da vida em contextos de produção artística, política, cultural.
Costelinhas do Aram

A mostra coletiva “A felicidade é uma arma quente” inaugura o Garoa e apresenta trabalhos de Ana Gavião, Clarice Lima, Estela Sokol, Gokula
Stoffel, Guga Szabzon, Lenora de Barros, Lia Chaia, Lívia Aquino, Patrícia Araujo, Raphaela Melsohn, Rubiane Maia, Val Souza e Vera Chaves Barcellos.
Com curadoria de Galciani Neves, a mostra parte da música do cantor cearense Belchior, que homenageia John Lennon, e chama para uma conversa acerca dos modos de lidar, formular e experimentar noções de felicidade como uma sensação/estado de ânimo coletivo, como ignição para ações de resistência, como gestos de invenção da vida em contextos de produção artística, política, cultural.
Rumos

A mostra coletiva “A felicidade é uma arma quente” inaugura o Garoa e apresenta trabalhos de Ana Gavião, Clarice Lima, Estela Sokol, Gokula
Stoffel, Guga Szabzon, Lenora de Barros, Lia Chaia, Lívia Aquino, Patrícia Araujo, Raphaela Melsohn, Rubiane Maia, Val Souza e Vera Chaves Barcellos.
Com curadoria de Galciani Neves, a mostra parte da música do cantor cearense Belchior, que homenageia John Lennon, e chama para uma conversa acerca dos modos de lidar, formular e experimentar noções de felicidade como uma sensação/estado de ânimo coletivo, como ignição para ações de resistência, como gestos de invenção da vida em contextos de produção artística, política, cultural.
Costelinhas do Aram

A mostra coletiva “A felicidade é uma arma quente” inaugura o Garoa e apresenta trabalhos de Ana Gavião, Clarice Lima, Estela Sokol, Gokula
Stoffel, Guga Szabzon, Lenora de Barros, Lia Chaia, Lívia Aquino, Patrícia Araujo, Raphaela Melsohn, Rubiane Maia, Val Souza e Vera Chaves Barcellos.
Com curadoria de Galciani Neves, a mostra parte da música do cantor cearense Belchior, que homenageia John Lennon, e chama para uma conversa acerca dos modos de lidar, formular e experimentar noções de felicidade como uma sensação/estado de ânimo coletivo, como ignição para ações de resistência, como gestos de invenção da vida em contextos de produção artística, política, cultural.
RUMOS

A mostra coletiva “A felicidade é uma arma quente” inaugura o Garoa e apresenta trabalhos de Ana Gavião, Clarice Lima, Estela Sokol, Gokula Stoffel, Guga Szabzon, Lenora de Barros, Lia Chaia, Lívia Aquino, Patrícia Araujo, Raphaela Melsohn, Rubiane Maia, Val Souza e Vera Chaves Barcellos.
Com curadoria de Galciani Neves, a mostra parte da música do cantor cearense Belchior, que homenageia John Lennon, e chama para uma conversa acerca dos modos de lidar, formular e experimentar noções de felicidade como uma sensação/estado de ânimo coletivo, como ignição para ações de resistência, como gestos de invenção da vida em contextos de produção artística, política, cultural.